... sob os ciprestes do alto do Parque de Monserrate, quando o dia acaba:
*
Melodias portuguesas, trigueiras de aventura
- céu limpo; fim de tarde...
- Ó ranchos de amorosos que eu não verei nunca...
suavidade... suavidade...
..................................................
Rios dóceis, ao luar, de águas cristalinas para lagoas azuis.
Clareiras relvadas nas florestas serenas...
Nostalgias e rezas - enleios, beijos perdidos, mãos dadas.
Cantares de ternura que o sol abençoa num enlevo acendrado, latejantes de róseos, transparentes em loiro...
Mário de Sá-Carneiro
Do "Álbum" de Missal de Trovas (1914)
Melodias portuguesas, trigueiras de aventura
- céu limpo; fim de tarde...
- Ó ranchos de amorosos que eu não verei nunca...
suavidade... suavidade...
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Rios dóceis, ao luar, de águas cristalinas para lagoas azuis.
Clareiras relvadas nas florestas serenas...
Nostalgias e rezas - enleios, beijos perdidos, mãos dadas.
Cantares de ternura que o sol abençoa num enlevo acendrado, latejantes de róseos, transparentes em loiro...
Mário de Sá-Carneiro
Do "Álbum" de Missal de Trovas (1914)
bem, quando se transcreve uma poesia ha sempre qualquer coisa que fica para tras.. a ultima palavra deste poema escrita por Mario SC e' "oiro", nao "loiro" !!!
ResponderEliminarCaro Anónimo: muito obrigado pelo reparo. Fomos a correr confirmar e... não é que na versão de que dispomos o poema termina com "transparentes em loiro"? Trata-se dos Poemas Completos, edição de Fernando Cabral Martins na Assírio e Alvim (2005), p.246. Será que nos pode dizer qual foi a sua fonte, para tirar a questão a limpo?
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